Estadão, irresponsável, faz campanha contra os blogs

O Estadão está fazendo uma campanha contra os blogs.

Não vou me desculpar pela quantidade de lixo que tem na internet. O motivo é simples:

Qual será a preocupação do Estadão para lançar uma ofensiva contra os blogs? O blog da minha sobrinha? Os miguxos? É óbvio que a preocupação é com a concorrência forte dos blogs de conteúdo, especializados, que geralmente têm conteúdo melhor e mais rápido do que qualquer site de jornal.

A não ser que o jornal peça desculpas, eu nunca mais comprarei um Estadão na vida. Se alguém me vir com um Estadão na mão, peço o favor: faça com que eu coma. Um jornal que é irresponsável ao ponto de tratar os blogs de conteúdo desta maneira é capaz de tudo para levantar seu ibop e conseguir mais anunciantes. Um jornal com este caráter não merece respeito e confiança do leitor.

E na minha opinião, são irresponsáveis também a agência e os publicitários que criaram a campanha. Se Adolf Hitler encomendasse uma campanha, pelo jeito, pagando bem, eles fariam.

Agora eu acredito que nós presenciaremos uma das maiores campanhas de anti-publicidade, o maior tiro no pé que já vimos. É absolutamente lastimável.

Na sua opinião, o Blog é algo realmente novo?

Eu acredito que o blog é algo realmente novo. Ele se diferencia de qualquer outra mídia impressa, seja o livro, a revista ou o jornal. Eu acredito que aquilo que é feito em um blog não pode ser feito em papel.

Cito algumas idéias sobre as diferenças que vejo, e os motivos pelos quais penso assim:

1. Vida.
O livro é um projeto acabado. O blog está em constante mudança, ampliação, atualização, como um ser vivo.

2. Interatividade.
O leitor não pode interferir no conteúdo de um livro já impresso. No blog ele tem voz, ele pode discordar, pode contribuir para o conteúdo, melhorando-o. Um leitor ainda pode interagir com outro leitor através do blog.

3. Tribo.
Um blog, por si mesmo, tem a capacidade de levar pessoas a se conhecerem e se relacionarem, a colaborarem, gerando uma tribo, uma comunidade. Através do coletivo dos blogs, a blogosfera, o conhecimento é gerado de maneira não-hierarquizada. Cada pessoa pode contribuir e todos têm o mesmo espaço para produzir conhecimento, que é gerado por todos, não por um mestre-supremo-detentor do conhecimento. Não há um professor ensinando aos alunos, mas uma comunidade de pessoas aprendendo umas com as outras.

4. Não-sistematização.
O livro geralmente gera conhecimento de maneira sistematizada. O blog gera conhecimento num processo não-linear, da maneira como (e no instante em que) o conhecimento realmente é gerado na mente do autor. No blog não há lugar para o academismo.

5. Real.
O livro (e o jornal e a revista, em menor grau, também) leva muito tempo para ser produzido. Um blog fará uma postagem sobre o 11 de setembro em 11 de setembro, um livro sobre o assunto não sairá antes de janeiro. O blog é sempre mais presente que um livro sobre o mesmo assunto.

6. Diálogo.
Os blogs são mais dialógicos. Um blog poderá falar em um dia sobre a postagem que outro blog fez no mesmo dia. Vários blogs poderão falar sobre o mesmo tema, fazendo referências (links) entre si de maneira que o leitor poderá acompanhar o “debate” imediatamente enquanto ele está sendo produzido.

7. Antropofagia.
Um blog poderá devorar outras mídias (a TV, o vídeo, os livros, os jornais, etc) de uma forma que é impossível a qualquer outra mídia, principalmente ao livro. Um blog poderá também devorar outros blogs (ex. quando o autor faz uma postagem cujo assunto é outra postagem, de outro blog).

8. Legitimidade.
O autor do blog não é legitimado pela Academia, nem pelo Marketing, nem pelas editoras, nem por qualquer outra mediação senão o próprio leitor, que pode julgar o conteúdo por si mesmo, imediatamente.

9. Democracia.
Qualquer pessoa pode ter um blog, que pode ser acessado por qualquer pessoa. O autor de um blog pode dizer o que quiser, sem depender da aprovação de editores, nem de bom potencial de venda no mercado, etc… Nem de longe isso acontece com o livro.

Eu acredito que o blog é algo realmente novo. E quero muito saber a opinião de vocês sobre isso :)

Novo boo-box, para monetizar blogs

Semana passada estávamos conversando sobre monetização de blogs. Uma boa novidade, que nesta conversa passou batida, quando se trata deste assunto é o boo-box, que é uma ferramenta que ajuda os blogueiros a venderem produtos de sites como Amazon, que dão uma comissão ao blogueiro.

O Boo-box, que recentemente recebeu investimentos de US$ 300 mil, lançou hoje uma nova versão. O investimento será utilizado para financiar o estabelecimento do negócio e a expansão da sua linha de produtos.

Marco Gomes conta as novidades: “agora não tem mais dor pra inserir tags em seu conteúdo, com a extensão de Firefox (ou bookmarklet pra qualquer navegador) tudo fica 100 vezes mais rápido (sendo conservador). A instalação é feita com passo-a-passo, pra ajudar os não-nerds, o site está mais simples e mais objetivo”.

Entenda melhor como funciona o boo-box no vídeo abaixo.

10 sugestões para uma filosofia blogueira

Quem já leu a filosofia da desta.ca pode perceber que nós nos inspiramos em duas fontes: a 37 signals, e a filosofia do google.

Penso que esta última serve também de base para reflexões a respeito da blogosfera, da ética e da filosofia que cada blogueiro pode escolher seguir.

Pensando nisso, neste artigo eu resolvi me inspirar nas “Dez coisas que o Google descobriu ser verdade” para criar 10 sugestões para uma filosofia blogueira. É preciso que fique claro que são sugestões - até porque nem eu mesmo sigo todas estas idéias.

1. Foque no leitor, o resto é conseqüência.

Desde o design do blog, o texto, as fontes, o tipo de linguagem usada, tudo deve ser pensado para colocando o leitor em primeiro lugar. Se você acha seu novo layout lindo, mas os leitores não gostaram (isso já aconteceu comigo aqui no Prática), mude. O leitor é que manda.

Por isso mesmo, entre outras coisas, as propagandas devem ser relevantes, não podem ser popups ou animações irritantes, não podem ser uma distração do conteúdo, que é o que realmente buscam.

2. É melhor fazer 1 coisa, muito bem feita.

No caso dos blogs isso acaba sendo um princípio natural. Mas é importante que o blogueiro tenha um foco. Quando o usuário assina seu blog sobre tecnologia, provavelmente será desagradável saber sua opinião sobre fraldas descartáveis, só porque você acabou de ser pai. Mantenha o foco, e seja realmente bom naquele nicho que você escolheu.

3. Rápido é melhor que devagar.

O importante do seu blog são as postagens. Se você enchê-lo de bugigangas ele ficará pesado e será chato entrar nele. Preocupe-se com o tempo que leva para o seu blog carregar. Ninguém tem tempo a perder. Não há nada tão legal quanto um site que carrega rápido.

4. Democracia na web é legal.

Aproveite a participação dos seus leitores para agregar valor ao seu blog. Fique atento às estatísticas: as matérias mais lidas indicam o que eles mais gostam de ler no seu blog. Fale sobre assuntos sugeridos pelos leitores. Abra canais de comunicação para que eles possam fazer perguntas, votar nas melhores postagens, etc.

5. Você não precisa estar no computador pra querer ler um blog.

O mercado de celular no Brasil é maior que o mercado de internet. Segundo Eric Schmidt, a maior parte do uso da internet no futuro vai vir dos usuários de celular. Você já tentou acessar seu blog via celular? Já se preocupou com isso? Este ponto pode ser relativamente complicado para a maioria dos blogueiros que não têm conhecimento técnico ou tempo para investir em tecnologia. Mas vale a pena começar já a pensar sobe o assunto.

6. Você pode fazer dinheiro sem fazer nada errado.

Este é o ponto principal deste meme. Há na blogosfera um levante de muitos blogueiros discutindo e reclamando a respeito da ética questionável de algumas pessoas. Será que fazer coisas erradas (como - na minha opinião - postagens pagas sem avisar o leitor, conteúdo roubado, conteúdo falso, polêmicas e brigas gratuitas para gerar mais visitas, links patrocinados que enganam o usuário, levando-o a clicar achando que é conteúdo do blog, etc) é a melhor maneira de ganhar dinheiro com um blog?

Nesta filosofia, quem define certo e errado é o leitor. Quando o blogueiro, por exemplo, cria um título que não corresponde ao conteúdo (como: “veja as fotos do acidente” para uma postagem sem foto nenhuma) o leitor que acessa a postagem fica irritado, porque foi enganado. Se a nós uma coisa não parece errada mas ao leitor parece, é errada.

Não é preciso nenhum destes artifícios para ganhar dinheiro com seu blog.

7. Sempre há mais informação por aí.

Roubar postagens é tão absurdo que nem merece que falemos sobre o assunto. Mas será que é mesmo necessário que nós fiquemos blogando todos sobre o iPhone, sobre o acidente, sobre o menino arrastado? O que há de melhor na blogosfera é o conteúdo original. Isso também vale para as postagens que fazem pouco ou quase nada além de traduzir postagens de gringos. Postagens originais, amigos! Há sempre algo diferente pra se dizer.

8. A necessidade de informação ultrapassa todas as fronteiras.

Qual seria o potencial do seu blog se alcançasse um público muito maior do que o que fala português? Àqueles que já geram algum dinheiro com seus blogs: já pensaram em investir um pouco num bom curso de inglês, para poder falar, da perspectiva brasileira, sobre seus assuntos para o mundo todo? O Brasil é uma potência enorme em termos de internet, um dos três maiores países em números de usuários em muitos serviços internacionais, mas a blogosfera brasileira certamente teria muito mais influência se chegasse a outros povos.

9. Você pode ser sério sem usar um terno.

Uma das principais características do blog é o fato de ser pessoal. Há um longo caminho pela frente para que os blogs tenham tanta credibilidade quanto a mídia tradicional tem. Eu acredito realmente que isso acontecerá um dia. Mas penso que o caminho não é o de despessoalizar o blog. Blogs não precisam ter a linguagem e o modo de tratar os fatos do Jornal Nacional, da Folha ou do Estadão para ter credibilidade. Nós podemos ser sérios mesmo com nossas brincadeiras, nossas ironias e nossas opiniões parciais e impressionistas.

10. Ótimo ainda não é bom o bastante.

Não podemos nos contentar com pouco. Não podemos ser mediocres. O blogueiro deve ter um compromisso com a excelência. A informalidade do blog não pode ser desculpa para fazer as coisas de qualquer jeito. Embora eu acredite na “contribuição bilionária de todos os erros”, acredito também que cada blogueiro deve buscar fazer o melhor, sempre.

Não é o caso de competir. Eu não penso que meu blog deve ser melhor ou pior que o do Michel Lent. O meu blog deve ser sempre, a cada postagem, melhor que o meu blog. Cada postagem deve ser melhor que a outra, como o atleta que a cada volta quebra seu próprio record.

Continuando o meme.

Este artigo participa de um meme sobre Ética Blogueira. Foi feito a convite do Manoel Neto. Convoco Marco Gomes, lulileslie, Jess,  e Daniel Sollero a darem suas opiniões sobre o assunto.

Monetização de blogs

Gosto de pensar que Blogs são conversas. Vou dar uma de enxerido e me meter numa interessante conversa começada pelo Fábio Seixas e continuada pelo Carlos Cardoso sobre monetização de blogs.

Viver de blog é pra qualquer um?

Fábio Seixas disse:

A receita de bolo tradicional é: crie um blog com conteúdo interessante que as pessoas queiram ler, coloque algum tipo de publicidade comissionada (adSense, […], etc), publique conteúdo sempre e espere os cliques nos anúncios. Esse modelo tem alguns pontos fracos e só funcionam “de verdade” para poucos.

Cardoso respondeu:

Não concordo que “poucos” sejam beneficiados pelo modelo. TODOS, literalmente TODOS os blogs com boa audiência que são monetizados se beneficiam desse modelo. […] Desse ponto de vista o AdSense é a ferramenta mais democrática que conheço.

Eu penso que, para ter uma renda suficiente para viver só de um blog, o blogueiro tem que ter conhecimento em diversas áreas (ótima redação, criatividade, SEO, HTML, monetização, cultura, estofo de leitura, etc…) coisa que não se adquire de uma hora pra outra. Concordo com Fábio que o modelo é para poucos, e concordo com Cardoso que o modelo é para todos que estão dispostos a fazer “tudo direitinho” e trabalhar o suficiente para ter algum retorno.

Não há segredo para viver de blog, mas também não é nada fácil. Não é tarefa para qualquer um.

A renda depende do paraquedista.

Segundo Cardoso,

O leitor habitual NÃO clica nos anúncios, isso já está contabilizado na equação. O grosso da renda vem dos paraquedistas.

Fábio disse que

O leitor fiel tende a consumir só o conteúdo, já o cara que chega pelo Google tende a clicar mais nos anúncios já que está procurando por algo. Ou seja, o modelo de publicidade online, tem um grande desafio, tornar os anúncios relevante para o leitor fiel, este que mantém a base da audiência.

O fato de que a renda de um blog é diretamente dependente dos leitores não habituais, os “paraquedistas” que vêm dos buscadores procurando uma informação específica, é um problema. O conteúdo dirigido aos leitores habituais é diferente do que os paraquedistas procuram.

Há também uma dúvida séria se os paraquedistas clicam nos links patrocinados porque se interessaram pelo anúncio ou porque estão perdidos e pensam que aquele link vai dar em outro artigo dentro do mesmo site - neste caso, ao dar no site do anúncio o paraquedista provavelmente sai da página sem dar ao anunciante o retorno que ele esperava.

No entanto, há os bons leitores, que acompanham sempre o blog, que assinam RSS, que fazem comentários edificantes… Mas estes leitores não clicam em banner nenhum. A pergunta aqui é:

Como gerar publicidade relevante para os leitores habituais?

Eu penso que, certamente a resposta não é o google adsense.

O Fábio sugeriu que o blogueiro procure os anunciantes diretamente, oferecendo seu espaço. O Cardoso retrucou falando sobre as dificuldades da burocracia deste modelo, como “nota fiscal ou RPA, contabilidade, contato com anunciantes, negociação, assinatura de contratos”…

Eu penso que um modelo a ser considerado, e amadurecido, é o de postagens pagas. Neste caso, o blogueiro deveria deixar claro que a postagem é paga e somente aceitar fazer postagens sobre produtos que sejam interessantes para seu público alvo. Este tipo de postagem, sem dúvida, não passa desapercebido dos leitores habituais e pode ser bastante interessante.

Mas como atrair este tipo de anunciantes? Como cuidar da parte burocrática sem muito trabalho e sem perder a maior parte do dinheiro do anúncio com o agenciamento? Não sei. Mas aí está uma boa oportunidade de mercado.

Como se livrar da burocracia do anúncio direto?

Eu discordo do Cardoso quando ele diz que “a criação de uma empresa/grupo para cuidar disso seria reinventar a roda”. A alienação entre o anunciante e o veículo que acontece no Adsense, onde o anunciante geralmente não sabe que seu anúncio foi veiculado em blog x ou y, traz uma série de problemas, o principal deles é que o anunciante não sabe a qual tipo de conteúdo sua marca está sendo relacionada.

Outra idéia seria instalar um sistema no próprio blog, utilizando uma plataforma pronta de pagamento como o Paypal ou similares, através do qual o anunciante pudesse colocar seu banner e pagar pelo espaço. Isso não seria muito difícil nem caro para um blogueiro que queira sair do Adsense e deixaria pra lá muito do trabalho burocrático.

Conclusão.

Ainda há neste debate muito espaço para o amadurecimento de idéias e do próprio blog como mídia. Os blogueiros profissionais são um fenômeno muito recente. Nos próximos anos nós certamente veremos uma consolidação da profissão que gerará mais credibilidade à mídia e uma série de recursos que hoje ainda não estão disponíveis.

A diferença entre blogs de conteúdo e blogs pessoais.

Em uma lista de discussão, alguns amigos estão conversando a respeito do problema de credibilidade que o nome (e o formato) Blog traz, por estar associado aos diários que adolescentes mantém sobre si mesmos.

Embora os blogs tenham sido criados, originalmente, para anotar e compartilhar com os amigos as páginas na internet que o autor viu em determinado dia, as ferramentas utilizadas para manter um blog tornaram-se tão fáceis e poderosas que acabaram sendo utilizadas por autores para publicar artigos sobre diversos tipos de assunto.

Neste momento da nossa história, em que os blogs estão se tornando ferramentas de publicação de conteúdo que chegam a gerar bons rendimentos financeiros aos blogueiros, e geram conteúdo realmente relevante, merecendo credibilidade, é preciso separar o blog de conteúdo do blog pessoal.

Blog de conteúdo.

O blog de conteúdo é um site organizado de maneira cronológica - e geralmente também por seções - que trata de um assunto de nicho. São blogs de conteúdo os que tratam, por exemplo, de tecnologia, internet, literatura, esportes, enfim, qualquer assunto de interesse geral, que não seja o próprio autor.

Blogs de conteúdo são diferentes de sites tradicionais pois têm uma abertura maior para a participação dos leitores, através dos comentários, e mantém diálogos entre si. Através de links e trackbacks, os autores de blogs de conteúdo trocam idéias a respeito do assunto sobre o qual blogam.

Os blogs de conteúdo também têm uma linguagem diferente da utilizada em sites tradicionais. Os blogs são mais informais e geralmente dão mais ênfase à opinião do autor sobre o fato jornalístico do que ao fato em si. Por causa desta ênfase, embora seja bem diferente do “blog pessoal”, o blog de conteúdo tem um caráter muito mais pessoal do que o site tradicional.

Blog pessoal.

O blog pessoal é diferente do blog de conteúdo. Mais utilizado por adolescentes, ele geralmente tem como tema a vida do próprio autor. O objetivo do autor do blog pessoal é publicar informações (como comentários sobre um show, fotos de uma festa, acontecimentos do dia-a-dia, etc.) à sua rede de relacionamentos, aos seus amigos.

Assim como o blog de conteúdo, através de comentários e trackbacks, os blog pessoais também geram uma comunidade, uma rede de blogs, conforme um aponta um link para o outro.

Mudança natural de conceito.

Aos poucos nós vemos uma mudança neste quadro. Com o surgimento dos blogs corporativos e a mídia tradicional utilizando blogs para colunistas reconhecidos em seus sites, os blogs de conteúdo tornam-se cada vez menos associados aos diários adolescentes.

Por outro lado, com o surgimento de novas ferramentas de relacionamento como as comunidades online, orkut, fotologs, Twiter, entre outros, os adolescentes cada vez mais encontram modos de se expressar e se relacionar na internet diferentes dos blogs.

Desta maneira, na minha opinião, num futuro não tão distante, os blogs serão vistos de maneira geral mais como fontes legítimas de informação confiável do que como diários adolescentes.

Conclusão.

Embora para muitos blogueiros a diferença entre uma coisa e outra seja completamente óbvia, muita gente ainda confunde os dois conceitos. Com a confusão, excelentes artigos de blogs de conteúdo - que são tão bons ou melhores que os da “mídia especializada” - podem ser confundidos com diários adolescentes (que também podem ser bons, para seu próprio público), perdendo a credibilidade que estes blogs merecem.

Feedburner pró agora é grátis

Uma coisa legal do Google é que eles têm muito dinheiro, então, geralmente é melhor pra eles dar de graça do que cobrar por um serviço.

A última coisa que eles estão dando de graça é a conta pró do Feedburner. Agora a gente pode ter estatísticas muito mais bacanas dos nossos “feed readers” e usar o serviço “mybrand”, para usar a sua própria URL como feed, tudo sem pagar nada.